Simbiose com Chlorella

A simbiose é um tipo de relação entre dois organismos diferentes na qual os dois saem ganhando. Ela exerce um papel importante na natureza e para a microbiologia industrial e conhecer melhor esse tipo de interação pode significar ganhos econômicos futuros a través da exploração sustentável desse mecanismo. É a Bioeconomia auxiliando no desenvolvimento de novas técnicas de produção.

Hoje vamos falar sobre um estudo realizado por Keiji Watanabe e associados realizado na Universidade de Tsubaka no Japão com o título Symbiotic association in Chlorella culture.

A associação da Chlorella com outros microrganismos tornou mais estável a prevalência de clorofila nas culturas mesmo após 7 meses de cultura. A presença de clorofila aumenta o potencial fotossintético das microalgas o que as possibilita manter a produção e secreção das moléculas de carboidratos, lipídeos entre outros tornando o meio mais nutritivo para os microrganismos associados e estes, podem ajudar a manter a integridade das microalgas. Essa relação é positiva tanto para os microrganismos quanto para as algas e, além disso, podem garantir às plantas biofertilizadas com esse material, uma nutrição contínua mantendo sua saúde por mais tempo.

É possível perceber que as microalgas secretam algumas moléculas importantes tais como carboidratos, nitrogênio, lipídeos e vitaminas durante o processo de fotossíntese. Durante a simbiose, essas moléculas podem ser aproveitadas pelos outros organismos participantes da relação bem como algumas plantas. O aproveitamento dessas moléculas pelas plantas pode contribuir positivamente para sua saúde e desenvolvimento. Isso pode ajudar a explicar por que a biofertilização com microalgas pode ser positiva para sua plantação.

Além dessas, moléculas como a prolina e a biotina foram encontradas sendo produzidas por microalgas do gênero Chlorella. Prolina é um aminoácido de cadeia lateral cíclica o que ajuda a manter a estrutura de proteínas estável e a biotina é conhecida como vitamina B7, fazendo parte do complexo B ela atua no metabolismo de carboidratos e pode promover alguns efeitos estéticos positivos.

O estudo de Keiji Watanabe foi realizado com base na cultura de uma microalga do gênero Chlorella. A biotecland utiliza a Chlorella na composição de seus produtos também, vale a pena conferir!

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O que o preço do dólar tem a ver com a sua plantação?

Você acompanha o preço do dólar?

 

O Cepea/USP divulgou estudos que diz que uma elevação do preço

do dólar tende a apoiar o agronegócio.

Portanto, é o setor que exporta bastante e importa pouco, sendo o setor

superavitário pelo menos nos últimos 25 anos.

Em outras palavras, para o produtor rural, o dólar prezado: eleva os custos

por causa do aumento dos preços dos insumos idos.

Pois sobe a receita das exportações convertida em reais,

portanto, sabe-se que o aumento da renda supera a alta dos custos.

No entanto, segundo estudos do MAPA, calcula-se que a uberdade

agrícola aumentou 78% de 2000 a 2017, ficando a queda dos preços.

Por exemplo, o agronegócio não deve temer a estima do dólar no curto

prazo, porém, deve concentrar nos conflitos comerciais.

De maneira geral, esse setor tende a seguir crescendo mais do que outros

ramos da economia mesmo durante a pandemia.

Essa marca torna a bioeconomia uma das mais prósperas áreas

de investimento.

Bioeconomia é um modelo de obra industrial baseado no

uso de bens biológicos.

E qual é o objetivo?

 

O objetivo é advir soluções para a sustentabilidade dos sistemas de

produção com vistas à permuta de recursos fósseis e não renováveis.

No Brasil, o termo é novo, mas a ciência não,

O conceito começou a ser usual na década de 70.

Segundo dados da Organização para Cooperação e

Desenvolvimento Econômico, a bioeconomia mexe o mercado mundial.

Cerca de 10 trilhões de reais e gera cerca de 22 milhões de cargos,

além disso, os deveres do setor estão no cerne de metade dos ODS.

A vara em bioenergia, agricultura e biotecnologia faz do Brasil um

dos atores no cenário da bioeconomia em nível mundial.

Um dos rumos mais fortes hoje no País é a utilização de biomassa

integral ou residual como matéria-prima para alta.

A expectativa é reduzir a sujeição de recursos de fontes fósseis

e o impacto sobre a diversidade e o meio ambiente.

A utilização de microalgas, tida como uma biomassa brasileira

e é o que compõe o biofertilizante, que é proposta pela Biotecland!