Pitaia: patologia e agentes etiológicos

A Pitaia é uma planta da família cactácea dentre vários gêneros tem-se o Hylocereus sp, que é o mais cultivado comercialmente, é uma planta trepadeira que possui também raízes adventícias, nativa de florestas tropicais. Por ser um cacto algumas pessoas acham que a mesma não precisa de cuidados ou até mesmo de água para obter um bom desenvolvimento, porém é uma Planta que exige cuidados e um bom manejo da nutrição e prevenção de pragas em geral.

É uma cultura ainda recente no Brasil, porém está ocorrendo um grande crescimento das áreas cultivadas, maiores produtividades, como por exemplo, no estado de Santa Catarina na safra 2020/2021 se obteve um aumento de 60% no volume comercializado com relação à safra 2019/2020 (EPAGRI 2021), bem como à divulgação das propriedades nutracêuticas da fruta.

Para se obter sucesso na produção de Pitaia, deve-se atentar à possíveis pragas que geram problemas para a produção. A cultura pode ser exposta a várias doenças fúngicas, bacterianas e viróticas (VALENCIA-BOTÍN et al., 2008). Há relatos de cancro em cladódios em Taiwan (CHUANG et al., 2012), pinta preta causada por Alternaria sp (WANG et al., 2009), também é observado a podridão mole do cladódio, que possui como agente etiológico Erwinia sp e Enterobacter cloacae (MASANTO et al., 2009), dentre outros patógenos. No Brasil houve o primeiro relato de doença fúngica causado por Colletotrichum em Pitaia amarela da espécie Megalanthus, na região de Botucatu, São Paulo, foi detectado mancha laranja-avermelhadas com halos cloróticos nos cladódios e frutos (TAKAHASH et al., 2008). Pode-se ocorrer também na cultura da Pitaia, danos causados por insetos, que podem atacar diversas partes da planta, como: Formigas-cortadeiras do gênero Acromymex sp que atacam cladódios, botões florais e frutos, abelha Arapuá Trigona spinipes sp e a Vaquinha Diabrotica speciosa que atacam cladódios, botões florais e frutos, Percevejos Leptoglossus sp; Sphictyrtus sp; Chinavia sp que também atacam cladódios, botões florais e frutos, e Pulgões que causam grandes dados nas brotações e botões florais, inviabilizando assim a comercialização dos frutos.

Nesse sentido para se fazer a prevenção de pragas e doenças no pomar, deve haver um bom manejo desde a preparação da área, utilizando práticas conservacionistas, atenção para a correção e adubação do solo, para o manejo nutricional da cultura, bem como a utilização de microrganismos, como por exemplo, as microalgas que são organismos vivos unicelulares, capazes de fornecerem além de vários nutrientes para as plantas, fornecem ainda fitormônios, que atuam diretamente no desenvolvimento das plantas, favorecendo assim maior resiliência as adversidades, tanto bióticas como abióticas.

Nesse sentido a Empresa Biotecland desenvolveu um produto para contribuir e agregar valor à sua propriedade, com um manejo eficiente, sustentável e rentável, é o PrimaFert, um produto à base de microalgas Clorella sp.

Qualidade do solo

Qualidade do solo? O que é isso?

O solo é uma mistura de vários componentes que juntos permitem a manutenção da vida na terra. Um solo de qualidade deve ter proporções equilibradas de oxigênio, água, minerais e matéria orgânica. Com isso, a fertilidade e produtividade são garantidas.

A matéria orgânica exerce um papel essencial na manutenção da estrutura do solo. Evita a compactação, facilita a penetração das raízes das plantas, retém água e ar, além de atuar como um “regulador” na liberação gradual de nutrientes para os vegetais.

Conhecendo as importantes características dos solos é possível corrigi-los e torná-los mais produtivos. Existem diversas técnicas para aumentar a produtividade, algumas podendo gerar danos ambientas, como a inserção de fertilizantes químicos, já outras são, além de benéficas à natureza, também sustentáveis. Agora que sabemos um pouco mais sobre a importância do solo, fica a pergunta, você está satisfeito com a qualidade do solo para sua produção?

Nós da #Biotecland produzimos bioestimulantes especialmente para o solo, a fim de corrigir e/ou aumentar sua produtividade de maneira saudável para sua planta e para você! Conheça nossas linhas #PrimaFrut #PrimaFlor #PrimaFert e nos siga nas redes sociais!

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Vigor de sementes

O vigor é destacado como relevante por relacionar-se a taxas e uniformidades de germinação, de emergência e de crescimento de plântulas no campo com possibilidades de influenciar também o rendimento de grãos em diversas culturas.

O vigor é um parâmetro muito importante a ser avaliado na escolha de sementes, porém não é o único, devendo ser analisado de forma conjunta com os demais atributos fisiológicos, sanitários, físicos e genéticos para garantir a aquisição e utilização da sementes seja de qualidade.

E realizando a aplicação de um dos nossos produtos a base de microalgas em sua plantação tem um maior desenvolvimento de raízes, maior absorção dos nutrientes, maior enchimento dos grãos, maior teor de clorofila e por esses fatos as plantas ficam mais fortes e apresentam um desenvolvimento elevado.

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Fonte: ROSSI, Rubiana Falopa; CAVARIANI, Cláudio; DE BARROS FRANÇA-NETO, José. Vigor de sementes, população de plantas e desempenho agronômico de soja. Revista de Ciências Agrárias Amazonian Journal of Agricultural and Environmental Sciences, v. 60, n. 3, p. 215-222, 2017.

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Doação de alface!

Doação feita pela Biotecland do alface produzido e fertilizado com o Primafert!

O Primafert é o fertilizante a base de micro algas da Biotecland.

A responsabilidade social da nossa equipe é contribuir com o desenvolvimento sustentável e levar nosso cultivo para a população que mais precisa.

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Nutrientes essenciais nas plantas

Vamos falar um pouco sobre nutrientes essenciais nas plantas?!

Um solo fértil disponibiliza elementos essenciais e benéficos as plantas. Um elemento é considerado essencial se a sua deficiência impede que a planta complete seu ciclo de vida.

Para ser essencial um elemento não pode ser substituído por outro elemento com propriedades químicas similares, e também deve participar diretamente do metabolismo da planta. Mas afinal, quais são esses elementos essenciais e suas atuações no desenvolvimento das nossas plantas?

Os elementos essenciais para a nutrição das plantas são os macronutrientes primários: Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), macronutrientes secundários: Enxofre (S), Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg), micronutrientes: Boro (B), Cloro(Cl), Cobre (Cu), Ferro (Fe), Manganês (Mn), Molibdênio(Mo) e Zinco (Zn), além de Carbono, (C), Hidrogênio (H) e Oxigênio(O2).

Todos desempenham funções essenciais para o desenvolvimento das plantas e a deficiência de apenas um deles pode prejudicar o desenvolvimento normal das culturas e, consequentemente, sua produção.

A aplicação de microalgas no solo visa promover o equilíbrio biológico e químico do solo, que, por sua vez irá melhorar sua condições físicas (formação de agregados, aumento do armazenamento de água e drenagem do excesso, minimizando os ricos de erosão), químicas (diminuindo as perdas por lixiviação e promovendo a maior disponibilização de nutrientes a partir da mineralização da matéria orgânica) e sanitárias (supressão das populações de fitopatógenos do solo).

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Agricultura sustentável!

Hoje queremos destacar a importância da agrobiotecnologia, que nos faz estar em total equilíbrio com a natureza.

Graças às suas aplicações na área agroalimentar, através da utilização de organismos vivos, os custos podem ser menores ao nível da produção alimentar.

O que se traduz em uma maior possibilidade das pessoas na aquisição de alimentos e consequentemente redução da fome no mundo (ODS 2).

Queremos que o desenvolvimento da agricultura sustentável seja compatível com o meio ambiente e que possamos aumentar (e melhorar) sua produção de forma eficiente.

Para desenvolver produtos sustentáveis, é necessário pesquisa e inovação, porque o que afeta o campo afeta a todos nós.

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Importância das abelhas na agricultura

O mutualismo que tem entre as abelhas com a agricultura e benefícios para todos os envolvidos. Enquanto as abelhas conseguem o néctar e o pólen necessários para se alimentar, e produzir o mel e outros derivados, a agricultura se beneficia da polinização que amplia sua produtividade e garante frutos com mais qualidade e consequentemente, maior valor de mercado gerando lucros.

As abelhas são responsáveis pela polinização de 42% das 57 espécies vegetais mais plantadas no mundo. No Brasil das plantas cultivadas mais de 60% dependem da polinização animal. Considerando plantas cultivadas para alimentação humana, produção animal, biodiesel e fibras.

E fazendo a utilização das microalgas nas plantações não terá nenhum problema com as abelhas, pois elas são um produto biológico e não tem química que possa prejudicar as abelhas de alguma forma.

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Fonte: https://revistaesquinas.casperlibero.edu.br/educacao/meio-ambiente/o-impacto-das-abelhas-na-agricultura/

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Preservar a microbiota do solo pode aumentar sua produtividade

O solo possui em sua composição uma fração viva, composta por diversos macros e microrganismos, dentre eles tem-se, as algas, as minhocas, insetos, nematoides, bactérias e fungos, dentre outros. Esses organismos possui diversas funções benéficas pro solo e também para as plantas, podem favorecer uma melhor aeração do solo, atua na degradação da matéria orgânica presente, ciclagem de nutrientes, bem como ao fornecimento de nutrientes, dentre eles o Nitrogênio, que é fixado por bactérias do gênero Rhizobium a chamada fixação biológica, formação de micorrizas através de fungos, também, aminoácidos e fitormônios que são metabolizados e liberados para as plantas, através das microalgas, favorecendo assim um bom desenvolvimento, resistência e capacidade de boas produtividade da cultura.

Os microrganismos ocorrem em grandes quantidades no solo, eles ocupam frações compostas por areia, silte, argila, matéria orgânica e água, esses são os agregados do solo. Essa diversidade é importante, pois os diversos tipos de microrganismos possuem funções e características fisiológicas diferentes, favorecendo assim uma maior capacidade, tanto do solo como das plantas, sobre possíveis variações bióticas e abióticas. (ALEXANDER, 1977) relata que a estimativa média de vida nos solos varia entre 10-7 e 10-9 células vivas por grama de solo. (TORSVIK E COLABORADORES, 2009) relataram também que a estimativa é de aproximadamente 10.000 espécies de bactérias por grama de solo. Os microrganismos podem proporcionar uma grande quantidade de nutrientes, esses nutrientes na biomassa microbiana podem atingir 100kg de N, 80kg de P, 70kg de K e 11kg de Ca por hectare.

São vários os benefícios proporcionados pelos microrganismos do solo e para que estes sejam preservados e mantidos no solo em simbiose com as plantas, afim de proporcionar nutrição e resiliência e boas produtividades, além de otimizar os custos com agroquímicos, deve-se adotar algumas práticas de manejo que proporcionem um ambiente favorável ao desenvolvimento desses seres vivos, como por exemplo, utilizar o sistema de plantio direto, rotação de cultura, cobertura permanente no solo, adubação verde, evitar o revolvimento do solo, utilizar produtos biológicos, dentre eles o PrimaFert da empresa Biotecland, que além de conter microalgas Chlorella, que proporciona fitornômios e aminoácidos para sua cultura, possui ainda fontes de nutrientes essenciais para as plantas.

Fonte: Cardoso, Andreote, MICROBIOLOGIA DO SOLO 2ª EDIÇÃO, Piracicaba, SP, 2016.
Silveira, Freitas, MICROBIOLOGIA DO SOLO E QUALIDADE AMBIENTAL, Instituto Agronômico de Campinas, SP, 2007.

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Algas sobre o estresse abiótico

 

O estresse abiótico está associado as altas temperaturas, irradiação, estresse hídrico, entre outros problemas, e o estresse ocasionado podem levar a morte delas, a minimização de estresse sobre as plantas é algo que vem sendo estudado por especialistas a anos, a criação de técnicas e manejo está em constante evolução nos últimos anos.

Entre os estudos está a introdução de algas como agente enriquecedor para minimizar os efeitos abióticos nas plantas, entre as culturas estudadas estão: arroz e feijão. No arroz tem estudo de aplicação de cianobactérias da espécie cytonema hofmanni sobre estresse salino e foi constatada resultados positivos sobre o peso e matéria fresca da planta. E sobre o estresse a seca da cultura do feijão fava a aplicação de algas da espécie C. vulgaris induziu tolerância que está ligado a produção de oxigênio (ROS) e atividade antioxidante. Já a aplicação de C. vulgaris na cultura de feijão ajudou no processo de abertura e fechamento de estômatos implicando assim na diminuição de transpiração da planta e aumentando a eficiência da reserva de água da planta, aderindo a tolerância a seca.

As algas contribuem bastante para saúde da planta e ajuda a combater os efeitos abióticos existentes nesse meio, além de ajudar também nos efeitos bióticos, e não existem relatos do uso de microalgas causando efeitos prejudiciais ao meio ambiente, ou seja, é totalmente sustentável.

Para saber mais acessem: https://biotecland.com/?amp.

Fonte: https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fpls.2021.599742/full

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Consórcio em Fruticultura

Atualmente o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com uma produção estimada próximo à 44 milhões de toneladas em 2017, atrás apenas da China e Índia (IBGE, 2016), é uma atividade que gera uma renda por volta de 10 bilhões de reais/ano e milhões de empregos diretos e indiretos.

O Brasil é um país com grande potencial agrícola, que possui extensas áreas e que passa por problemas como, desmatamento, áreas degradadas, extração de madeiras, dentre outros.

Nesse sentido desenvolvem-se sistema de cultivo, como os sistemas agroflorestais (SAF), assim como o sistema da Embrapa denominado Filho, que é uma modalidade do SAF, que contribuem para a recuperação de áreas, bem como de características climáticas, fertilidade natural do solo e que traz diversos benefícios para a sociedade.

Sendo assim nos SAFs pode ser utilizado frutíferas como uma boa alternativa, pois através desses cultivos geram-se renda para a população local, assim como contribuir para a segurança alimentar.

A fruticultura é uma atividade que demanda médios e altos investimentos, de acordo com o nível tecnológico utilizado, o produtor que faz um investimento nesse setor terá um retorno financeiro à médio e longo prazo, pois as frutíferas levam de 2 a 5 anos para começarem sua produção, sendo que alcançará o seu auge de produção por volta de 6 a 10 anos (EMBRAPA, 2017).

Dessa forma é viável que se adote medidas que favoreça a otimização das áreas do pomar e/ou se aproveite os equipamentos e materiais, como por exemplo, o sistema de irrigação.

Contudo o consórcio entre duas ou mais culturas na mesma área é recomendado, por contribuir para que se tenha uma propriedade rentável e sustentável, pois em um pomar de frutíferas perenes, é de grande valia que durante o desenvolvimento inicial da cultura principal faça-se o plantio de outra cultura, seja ela anual ou bianual.

Essas plantas irão melhorar a parte física e química do solo, vai permitir maior infiltração de água, otimiza a ciclagem de nutrientes, melhorar a renda do produtor, bem como amortizar o investimento feito na área, dentre outros benefícios.

Portanto, a utilização do consórcio na fruticultura é algo importante tanto para a biodiversidade e sustentabilidade como também para a rentabilidade do produtor.

Numa unidade da Embrapa em Planaltina DF, foi realizado diversos trabalhos com consorcio entre frutíferas e grãos, por exemplo, o plantio de alface, repolho, cebolinha, etc, nas entrelinhas dos pomares, morango nas entrelinhas de acerola, abacaxi nas entrelinhas de graviola, acerola e pitaia, foi ainda identificado uma produtividade de 34,5 toneladas/hectare de cebola nas entrelinhas de abacateiro, identificou-se também 3,5 a 4,4 t/há de feijão e 1,8 a 2,3 kg/fruto nas entrelinhas da pitaia.

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