Doenças no sistema hidropônico?

O cultivo hidropônico assegura muitas vantagens em relação ao cultivo tradicional, pois podem contribuir nos parâmetros nutricionais da planta até a prevenção de algumas doenças por não utilizar o solo que é um meio que contém os principais vetores de doenças. Porém na natureza existem vários meios de disseminação que pode ser uma porta para entrada de patógenos, entre eles estão: mudas contaminadas, vento, insetos vetores, água contaminadas, entre outros.

O procedimento na identificação a essas doenças tem que levar em consideração todo possível erro no funcionamento do sistema, entre os fatores mencionado no parágrafo acima. O desenvolvimento de alguns fungos ou vírus são acarretados devido as condições encontradas no ambiente como a alta temperatura, umidade, pouca circulação de ar, entre outros.

Entre as principais doenças que atacam as raízes das plantas no sistema de cultivo hidropônico está o Pythium e Fusarium, podendo ocasionar a morte da planta por ser fungos que não existem um meio de controle viável nesse tipo de cultivo, e podem potencializa-se na planta se caso exista fraqueza ou uma possível falta de oxigenação, e o ataque na raiz pode gerar a perca de vigor da planta. Na parte superior um dos principais fungos é o oídio, e entre o controle mais utilizado para reduzir a propagação está a aplicação de calda bordalesa, o seu desenvolvimento se dá a baixa umidade relativa e as alta temperatura.

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Fonte: https://www.hidroponiabrasil.com/post/pragas-e-doencas-em-hidroponia

Monitoramento de tripes na alface

Monitoramento de tripes na cultura da alface com a utilização de armadilhas adesivas para auxiliar na tomada de decisão de controle.

A alface é uma verdura extremamente benéfica e está sempre presente na refeição dos brasileiros.

É também uma das hortaliças mais afetadas pelos tripes e, portanto, para garantir maior qualidade do produto, é importante realizar o manejo integrado de pragas.

Os tripes são insetos diminutos e pragas-chave dessa cultura, afetando a produção por meio de ataques às partes aéreas das plantas e consequente transmissão de vírus.

Armadilhas adesivas foram usadas no monitoramento dessas pragas, auxiliando na escolha do método de controle mais adequado para garantir boa produtividade da cultura.

Pitaia: patologia e agentes etiológicos

A Pitaia é uma planta da família cactácea dentre vários gêneros tem-se o Hylocereus sp, que é o mais cultivado comercialmente, é uma planta trepadeira que possui também raízes adventícias, nativa de florestas tropicais. Por ser um cacto algumas pessoas acham que a mesma não precisa de cuidados ou até mesmo de água para obter um bom desenvolvimento, porém é uma Planta que exige cuidados e um bom manejo da nutrição e prevenção de pragas em geral.

É uma cultura ainda recente no Brasil, porém está ocorrendo um grande crescimento das áreas cultivadas, maiores produtividades, como por exemplo, no estado de Santa Catarina na safra 2020/2021 se obteve um aumento de 60% no volume comercializado com relação à safra 2019/2020 (EPAGRI 2021), bem como à divulgação das propriedades nutracêuticas da fruta.

Para se obter sucesso na produção de Pitaia, deve-se atentar à possíveis pragas que geram problemas para a produção. A cultura pode ser exposta a várias doenças fúngicas, bacterianas e viróticas (VALENCIA-BOTÍN et al., 2008). Há relatos de cancro em cladódios em Taiwan (CHUANG et al., 2012), pinta preta causada por Alternaria sp (WANG et al., 2009), também é observado a podridão mole do cladódio, que possui como agente etiológico Erwinia sp e Enterobacter cloacae (MASANTO et al., 2009), dentre outros patógenos. No Brasil houve o primeiro relato de doença fúngica causado por Colletotrichum em Pitaia amarela da espécie Megalanthus, na região de Botucatu, São Paulo, foi detectado mancha laranja-avermelhadas com halos cloróticos nos cladódios e frutos (TAKAHASH et al., 2008). Pode-se ocorrer também na cultura da Pitaia, danos causados por insetos, que podem atacar diversas partes da planta, como: Formigas-cortadeiras do gênero Acromymex sp que atacam cladódios, botões florais e frutos, abelha Arapuá Trigona spinipes sp e a Vaquinha Diabrotica speciosa que atacam cladódios, botões florais e frutos, Percevejos Leptoglossus sp; Sphictyrtus sp; Chinavia sp que também atacam cladódios, botões florais e frutos, e Pulgões que causam grandes dados nas brotações e botões florais, inviabilizando assim a comercialização dos frutos.

Nesse sentido para se fazer a prevenção de pragas e doenças no pomar, deve haver um bom manejo desde a preparação da área, utilizando práticas conservacionistas, atenção para a correção e adubação do solo, para o manejo nutricional da cultura, bem como a utilização de microrganismos, como por exemplo, as microalgas que são organismos vivos unicelulares, capazes de fornecerem além de vários nutrientes para as plantas, fornecem ainda fitormônios, que atuam diretamente no desenvolvimento das plantas, favorecendo assim maior resiliência as adversidades, tanto bióticas como abióticas.

Nesse sentido a Empresa Biotecland desenvolveu um produto para contribuir e agregar valor à sua propriedade, com um manejo eficiente, sustentável e rentável, é o PrimaFert, um produto à base de microalgas Clorella sp.

Qualidade do solo

Qualidade do solo? O que é isso?

O solo é uma mistura de vários componentes que juntos permitem a manutenção da vida na terra. Um solo de qualidade deve ter proporções equilibradas de oxigênio, água, minerais e matéria orgânica. Com isso, a fertilidade e produtividade são garantidas.

A matéria orgânica exerce um papel essencial na manutenção da estrutura do solo. Evita a compactação, facilita a penetração das raízes das plantas, retém água e ar, além de atuar como um “regulador” na liberação gradual de nutrientes para os vegetais.

Conhecendo as importantes características dos solos é possível corrigi-los e torná-los mais produtivos. Existem diversas técnicas para aumentar a produtividade, algumas podendo gerar danos ambientas, como a inserção de fertilizantes químicos, já outras são, além de benéficas à natureza, também sustentáveis. Agora que sabemos um pouco mais sobre a importância do solo, fica a pergunta, você está satisfeito com a qualidade do solo para sua produção?

Nós da #Biotecland produzimos bioestimulantes especialmente para o solo, a fim de corrigir e/ou aumentar sua produtividade de maneira saudável para sua planta e para você! Conheça nossas linhas #PrimaFrut #PrimaFlor #PrimaFert e nos siga nas redes sociais!

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Vigor de sementes

O vigor é destacado como relevante por relacionar-se a taxas e uniformidades de germinação, de emergência e de crescimento de plântulas no campo com possibilidades de influenciar também o rendimento de grãos em diversas culturas.

O vigor é um parâmetro muito importante a ser avaliado na escolha de sementes, porém não é o único, devendo ser analisado de forma conjunta com os demais atributos fisiológicos, sanitários, físicos e genéticos para garantir a aquisição e utilização da sementes seja de qualidade.

E realizando a aplicação de um dos nossos produtos a base de microalgas em sua plantação tem um maior desenvolvimento de raízes, maior absorção dos nutrientes, maior enchimento dos grãos, maior teor de clorofila e por esses fatos as plantas ficam mais fortes e apresentam um desenvolvimento elevado.

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Fonte: ROSSI, Rubiana Falopa; CAVARIANI, Cláudio; DE BARROS FRANÇA-NETO, José. Vigor de sementes, população de plantas e desempenho agronômico de soja. Revista de Ciências Agrárias Amazonian Journal of Agricultural and Environmental Sciences, v. 60, n. 3, p. 215-222, 2017.

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Doação de alface!

Doação feita pela Biotecland do alface produzido e fertilizado com o Primafert!

O Primafert é o fertilizante a base de micro algas da Biotecland.

A responsabilidade social da nossa equipe é contribuir com o desenvolvimento sustentável e levar nosso cultivo para a população que mais precisa.

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Nutrientes essenciais nas plantas

Vamos falar um pouco sobre nutrientes essenciais nas plantas?!

Um solo fértil disponibiliza elementos essenciais e benéficos as plantas. Um elemento é considerado essencial se a sua deficiência impede que a planta complete seu ciclo de vida.

Para ser essencial um elemento não pode ser substituído por outro elemento com propriedades químicas similares, e também deve participar diretamente do metabolismo da planta. Mas afinal, quais são esses elementos essenciais e suas atuações no desenvolvimento das nossas plantas?

Os elementos essenciais para a nutrição das plantas são os macronutrientes primários: Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), macronutrientes secundários: Enxofre (S), Cálcio (Ca) e Magnésio (Mg), micronutrientes: Boro (B), Cloro(Cl), Cobre (Cu), Ferro (Fe), Manganês (Mn), Molibdênio(Mo) e Zinco (Zn), além de Carbono, (C), Hidrogênio (H) e Oxigênio(O2).

Todos desempenham funções essenciais para o desenvolvimento das plantas e a deficiência de apenas um deles pode prejudicar o desenvolvimento normal das culturas e, consequentemente, sua produção.

A aplicação de microalgas no solo visa promover o equilíbrio biológico e químico do solo, que, por sua vez irá melhorar sua condições físicas (formação de agregados, aumento do armazenamento de água e drenagem do excesso, minimizando os ricos de erosão), químicas (diminuindo as perdas por lixiviação e promovendo a maior disponibilização de nutrientes a partir da mineralização da matéria orgânica) e sanitárias (supressão das populações de fitopatógenos do solo).

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Agricultura sustentável!

Hoje queremos destacar a importância da agrobiotecnologia, que nos faz estar em total equilíbrio com a natureza.

Graças às suas aplicações na área agroalimentar, através da utilização de organismos vivos, os custos podem ser menores ao nível da produção alimentar.

O que se traduz em uma maior possibilidade das pessoas na aquisição de alimentos e consequentemente redução da fome no mundo (ODS 2).

Queremos que o desenvolvimento da agricultura sustentável seja compatível com o meio ambiente e que possamos aumentar (e melhorar) sua produção de forma eficiente.

Para desenvolver produtos sustentáveis, é necessário pesquisa e inovação, porque o que afeta o campo afeta a todos nós.

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Importância das abelhas na agricultura

O mutualismo que tem entre as abelhas com a agricultura e benefícios para todos os envolvidos. Enquanto as abelhas conseguem o néctar e o pólen necessários para se alimentar, e produzir o mel e outros derivados, a agricultura se beneficia da polinização que amplia sua produtividade e garante frutos com mais qualidade e consequentemente, maior valor de mercado gerando lucros.

As abelhas são responsáveis pela polinização de 42% das 57 espécies vegetais mais plantadas no mundo. No Brasil das plantas cultivadas mais de 60% dependem da polinização animal. Considerando plantas cultivadas para alimentação humana, produção animal, biodiesel e fibras.

E fazendo a utilização das microalgas nas plantações não terá nenhum problema com as abelhas, pois elas são um produto biológico e não tem química que possa prejudicar as abelhas de alguma forma.

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Fonte: https://revistaesquinas.casperlibero.edu.br/educacao/meio-ambiente/o-impacto-das-abelhas-na-agricultura/

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Preservar a microbiota do solo pode aumentar sua produtividade

O solo possui em sua composição uma fração viva, composta por diversos macros e microrganismos, dentre eles tem-se, as algas, as minhocas, insetos, nematoides, bactérias e fungos, dentre outros. Esses organismos possui diversas funções benéficas pro solo e também para as plantas, podem favorecer uma melhor aeração do solo, atua na degradação da matéria orgânica presente, ciclagem de nutrientes, bem como ao fornecimento de nutrientes, dentre eles o Nitrogênio, que é fixado por bactérias do gênero Rhizobium a chamada fixação biológica, formação de micorrizas através de fungos, também, aminoácidos e fitormônios que são metabolizados e liberados para as plantas, através das microalgas, favorecendo assim um bom desenvolvimento, resistência e capacidade de boas produtividade da cultura.

Os microrganismos ocorrem em grandes quantidades no solo, eles ocupam frações compostas por areia, silte, argila, matéria orgânica e água, esses são os agregados do solo. Essa diversidade é importante, pois os diversos tipos de microrganismos possuem funções e características fisiológicas diferentes, favorecendo assim uma maior capacidade, tanto do solo como das plantas, sobre possíveis variações bióticas e abióticas. (ALEXANDER, 1977) relata que a estimativa média de vida nos solos varia entre 10-7 e 10-9 células vivas por grama de solo. (TORSVIK E COLABORADORES, 2009) relataram também que a estimativa é de aproximadamente 10.000 espécies de bactérias por grama de solo. Os microrganismos podem proporcionar uma grande quantidade de nutrientes, esses nutrientes na biomassa microbiana podem atingir 100kg de N, 80kg de P, 70kg de K e 11kg de Ca por hectare.

São vários os benefícios proporcionados pelos microrganismos do solo e para que estes sejam preservados e mantidos no solo em simbiose com as plantas, afim de proporcionar nutrição e resiliência e boas produtividades, além de otimizar os custos com agroquímicos, deve-se adotar algumas práticas de manejo que proporcionem um ambiente favorável ao desenvolvimento desses seres vivos, como por exemplo, utilizar o sistema de plantio direto, rotação de cultura, cobertura permanente no solo, adubação verde, evitar o revolvimento do solo, utilizar produtos biológicos, dentre eles o PrimaFert da empresa Biotecland, que além de conter microalgas Chlorella, que proporciona fitornômios e aminoácidos para sua cultura, possui ainda fontes de nutrientes essenciais para as plantas.

Fonte: Cardoso, Andreote, MICROBIOLOGIA DO SOLO 2ª EDIÇÃO, Piracicaba, SP, 2016.
Silveira, Freitas, MICROBIOLOGIA DO SOLO E QUALIDADE AMBIENTAL, Instituto Agronômico de Campinas, SP, 2007.

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